São Paulo: O Gigante das Oportunidades
São Paulo continua a ser um dos principais centros econômicos do Brasil, liderando de forma consistente na criação de empregos. No ano de 2025, a cidade gerou 101.818 novas vagas formais, apesar de uma queda de 34% em comparação com o saldo do ano anterior. Esta metrópole é um verdadeiro ícone em termos de geração de empregos, oferecendo uma diversidade de oportunidades em setores variados, como serviços e comércio, que são predominantes na economia local.
Brasília: Vagas e Crescimento
A capital federal, Brasília, ficou em segundo lugar no ranking, com a criação de 51.638 novas vagas. A cidade tem se destacado pela oferta de empregos no setor público e em serviços, refletindo seu papel político e administrativo no país. A combinação de uma economia em expansão com investimento em infraestrutura tem contribuído para o aumento das oportunidades de trabalho na região.
Rio de Janeiro: Oportunidades em Alta
O estado do Rio de Janeiro, impulsionado pela cidade do mesmo nome, gerou 40.487 novas vagas em 2025. Apesar de desafios econômicos enfrentados, o setor de serviços e o turismo têm desempenhado um papel relevante na recuperação do mercado de trabalho, atraindo novos investimentos que incentivam a criação de postos de trabalho.

Salvador: Mercado em Expansão
Salvador, a capital da Bahia, demonstrou um crescimento significativo em 2025, com a criação de 30.441 vagas. O setor turístico, juntamente com a oferta de serviços, tem sido um motor para a geração de empregos, especialmente durante períodos de alta demanda, como festas e eventos culturais. A economia local se beneficia de sua rica diversidade cultural, atraindo tanto turistas quanto novos negócios.
Osasco: A Joia da Região Metropolitana
A cidade de Osasco, que integra a Região Metropolitana de São Paulo, destacou-se com a criação de 24.916 novas vagas. Embora não seja uma capital estadual, Osasco vem se consolidando como um polo industrial e comercial, oferecendo um ambiente favorável para novas empresas e negócios, o que resulta em uma melhor oferta de empregos para os moradores.
Recife: Um Polo de Empregos no Nordeste
Em Pernambuco, Recife se destacou com a geração de 22.958 novas vagas em 2025. O crescimento deste centro urbano é impulsionado por áreas como tecnologia da informação e serviços, posicionando a cidade como um polo de inovação no Nordeste. As políticas de incentivo à educação e capacitação têm contribuído para melhorar a qualificação da mão de obra local.
São Luís: Surpreendendo no Mercado
São Luís, no Maranhão, gerou 19.252 vagas ao longo do ano, destacando-se entre as capitais menos populosas, mas que surpreendem pela rápida recuperação do mercado de trabalho. A cidade tem atraído investimentos em setores como turismo e comércio, proporcionando uma nova perspectiva de crescimento para a população local.
Fortaleza: Capital em Crescimento
Fortaleza, no Ceará, confirmou sua posição de destaque com a criação de 19.095 novas vagas. O potencial do turismo, aliado a um mercado de serviços em expansão, tem trazido novas oportunidades para os fortalezenses. A cidade continua a se afirmar como um dos principais destinos turísticos do Brasil, o que colabora para o aumento do emprego na região.
Manaus: Vagas em Tempos Desafiadores
Manaus, que abriga a Zona Franca, possui um cenário industrial impulsionador e gerou 18.338 novas vagas em 2025. Apesar dos desafios enfrentados pelo setor industrial, a cidade consegue se destacar devido às políticas de incentivos que atraem empresas e contribuem para a recuperação do mercado de trabalho local.
João Pessoa: Um Novo Horizonte de Trabalho
Finalmente, João Pessoa, na Paraíba, também teve um desempenho notável, criando 14.892 novas vagas. O crescimento no setor de serviços é marcante, refletindo um aumento na demanda por profissionais qualificados em áreas como saúde, educação e turismo. A cidade tem se mostrado um novo horizonte para muitos em busca de oportunidades de emprego.
Mercado perde força, mas serviços seguem puxando vagas
Embora 2025 tenha registrado o que pode ser considerado o pior desempenho do emprego formal desde a pandemia, com um crescimento de apenas 2,71% no total de empregos com carteira assinada, o setor de serviços se destacou ao criar 758 mil novas vagas. O comércio também contribuiu, com 247 mil postos adicionais. Em contraste, a indústria viu um crescimento mais tímido, criando apenas 144 mil empregos, refletindo a pressão de fatores econômicos externos e taxas de juros elevadas.
O ministro do Trabalho e Emprego atribuiu essa desaceleração à manutenção da Selic em níveis altos, o que tem restringido investimentos e ampliado as dificuldades para a expansão do mercado de trabalho. Isso destaca a importância de políticas econômicas que incentivem a criação de empregos e apresentem soluções sustentáveis para superar esses desafios.


